PRP ou Ácido Hialurônico? Qual o melhor tratamento para a Artrose do Joelho?

Antes de reponder à questão proposta no título deste post, precisamos entender o que é PRP e ácido hialurônico. O ácido hialurônico é uma substância do nosso organismo que preenche os espaços entre as células. Está presente em todos os órgãos, em diferentes proporções. É importante por propiciar as características de viscosidade, hidratação e elasticidade dos tecidos, como a pele e a cartilagem das articulações. Assim, o ácido hialurônico vem sendo cada vez mais utilizado em procedimentos estéticos e no tratamento das doenças articulares. Com as injeções intra-articulares de ácido hialurônico, a maioria dos pacientes que sofrem com a Osteoartrose dos joelhos apresenta melhora significativa da dor e consequentemente, da qualidade de vida. Muitos destes pacientes, que no passado acabavam se submetendo a cirurgias agressivas, como a artroplatia total do joelho (colocação de prótese no joelho), agora conseguem levar uma vida praticamente normal.
PRP é uma sigla usada para abreviar o nome Plasma Rico em Plaquetas. O PRP é obtido a partir do próprio sangue do paciente. O sangue é centrifugado em alta velocidade e desta forma, os elementos que o compõe (glóbulos vermelhos, glóbulos brancos, plaquetas e plasma) são separados. Obtém-se então um plasma com alta concentração de plaquetas (elementos sanguíneos que trabalham no processo de coagulação). As plaquetas são ricas em substâncias químicas que auxiliam no processo de cicatrização e reparo dos tecidos corporais. Assim, o Plasma Rico em Plaquetas pode ser aplicado nas articulações doentes com o intuito de mehorar o processo inflamatório e estimular reparação das áreas desgastadas.
Então, qual seria a melhor opção entre estes dois tratamentos?
Um estudo recente publicado no The American Journal of Sports Medicine concluiu que a melhora da dor relatada pelos pacientes até 4 anos após o tratamento é bastante similar em ambos os tratamentos, com leve vantagem para os pacientes que realizaram as injeções de PRP.
Desse modo, concluímos que tanto as aplicações de ácido hialurônico quanto de PRP, são armas eficazes no combate à dor e prevenção do desgaste articular causados pela Osteoartrose.

Para agendar uma consulta, ligue: (11) 2165-2384 ou 96307-5857

Acesse também www.drandredonato.com.br

Para falar com o Dr. André Donato: dr.andredonato@gmail.com
Whatsapp: (011) 95027-1188
Obs: Não respondemos a pedidos de orçamentos de cirurgia por e-mail.

Publicado em Ortopedia | Com a tag , , , , , , , , | Comentários desativados

Correr pode fazer bem ao seus joelhos

A maior conscientização da população acerca dos benefícios do estilo de vida saudável fez o número de praticantes de corrida crescer exponencialmente nas últimas duas décadas. Com esse aumento no número de praticantes, muito deles sem qualquer intimidade com o esporte e sem nenhuma orientação, houve também crescimento no número de lesões decorrentes da atividade física.
Diante deste quadro, muito colegas ortopedistas não habituados ao tratamento de atletas, transfomaram a corrida no grande vilão das lesões ortopédicas, principalmente aquelas que afetam os pés e os joelhos. Mas, será que correr faz mal para os seus joelhos? Correr pode causar desgaste nas articulações?
Um estudo recente realizado por pesquisadores americanos mostrou exatamente o contrário!
Um grupo de corredores participou como voluntário do estudo e permitiu que os cientistas colhessem amostras de sangue e do líquido de dentro dos joelhos em duas situações: após período de 30 minutos de repouso e após corrida de 30 minutos.
O resultado foi surpreendente! Os joelhos daqueles que correram por 30 minutos mostraram menor concentração de substâncias inflamatórias e nocivas à cartilagem, enquanto que aqueles que repousaram por 30 minutos tiveram um aumento nos níveis de tais substâncias.
O estudo é limitado pois foi feito com pequeno grupo de participantes e não avaliou variáveis como o ritmo de corrida e distância percorrida. Porém, os resultados nestes atletas avaliados foram consistentes e sugerem que a prática moderada de corrida não ajuda a desgastar os joelhos saudáveis e muito provavelmente, protege estes indivíduos do desgaste!
Mais uma vez podemos afirmar, sem medo de errar, que deixar o sedentarismo de lado e praticar atividades físicas só faz bem à saúde!
Para agendar uma consulta, ligue: (11) 2165-2384 ou 96307-5857

Acesse também www.drandredonato.com.br

Para falar com o Dr. André Donato: dr.andredonato@gmail.com
Whatsapp: (011) 95027-1188
Obs: Não respondemos a pedidos de orçamentos de cirurgia por e-mail.

Publicado em Medicina Esportiva | Com a tag , , , , , , , , | Comentários desativados

Cirurgia Minimamente Invasiva do Pés

Técnicas cirúrgicas menos agressivas vem sendo introduzidas em várias áreas da medicina há algumas décadas. Os objetivos do uso de tais técnicas são: diminuir os danos causados pela cirurgia e minimizar a dor, os riscos cirúrgicos, o tempo de recuperação e possíveis sequelas. Dois exemplos de técnicas cirúrgicas mini invasivas já consagradas são: a videolaparoscopia e a artroscopia.
É neste cenário que surge a cirurgia minimamente invasiva dos pés. A técnica foi inicialmente desenvolvida para a correção de deformidades dos dedos e tratamento do joanete. Atualmente, com o treinamento, tempo de experiência e aprimoramento da técnica, alguns cirurgiões de pé e tornozelo expandiram o uso da cirurgia minimamente invasiva para todas as partes do pé e para algumas situações no tornozelo.
Assim, já é possível tratar com a cirurgia percutânea, deformidades como o Pé Plano, Pé Cavo, Osteoartrose do pé, realizar artrodeses e osteotomias.

Joanete e deformidade dos dedos

Deformidades corrigidas pela técnica mini invasiva

Com isso, os períodos pós operatórios ficam menos dolorosos e mais curtos, permitindo um retorno mais precoce às atividade do dia a dia, trabalho e esporte.
Aos poucos, a Cirurgia do Pé e Tornozelo vai deixando para trás o estigma de ser muito dolorosa e com longos períodos de incapacidade e imobilização.
Caso você tenha um problema nos pés que necessite de tratamento cirúrgico, questione seu médico ou consulte a opinião de ortopedistas habilitados na técnica minimamente invasiva. A solução do seu problema pode ser muito mais simples do que você imagina.

Para agendar uma consulta, ligue: (11) 2165-2384 ou 96307-5857

Acesse também www.drandredonato.com.br

Para falar com o Dr. André Donato: dr.andredonato@gmail.com
Whatsapp: (011) 95027-1188
Obs: Não respondemos a pedidos de orçamentos de cirurgia por e-mail.

Publicado em Ortopedia | Com a tag , , , , , , , | Comentários desativados

Canelites

O termo “canelite” é popularmente usado para descrever a dor que ocorre na região frontal e/ou interna das pernas, associada à prática de atividades físicas de impacto, principalmente a corrida. Os atletas mais susceptíveis ao problema são os corredores iniciantes ou aqueles mais experientes que introduzem mudanças bruscas na rotina de treinos (intensidade, velocidade, terreno onde corre, frequência de treinos, etc).

Locais da dor na canelite

O nome correto da doença é Síndrome do Estresse Tibial. Na verdade, o que ocorre é um excesso de solicitação da musculatura da perna. A musculatura está intimamente ligada ao osso e exerce sobre ele uma tração. O excesso de tração sobre o osso acarreta um processo inflamatório da membrana que o envolve (periósteo) e isso causa dor no local. Caso o atleta insista em treinar, mesmo com o aumento progressivo da dor, a sobrecarga que está na periferia do osso passa a afetar a sua região mais central e isso gera microlesões que, ao longo do tempo, podem se transformar em uma fratura, a chamada fratura por estresse.

Dentre as possíveis causas para a canelite, está o tipo de pisada do atleta. Atletas que possuem uma pisada muito pronada, tendem a desenvolver o problema com mais facilidade.

Pés pronados

O tratamento

O tratamento exige uma diminuição ou completa interrupção dos treinos de impacto, a depender da gravidade da lesão. O uso de medicações anti-inflamatórias não traz muito benefício já que pode mascarar os sintomas de lesões mais graves e não trata o problema diretamente.
É importante que o atleta procure avaliação médica para identificar os fatores causais da sua lesão e corrigi-los.
Na maioria dos casos, é indicada fisioterapia esportiva para a melhora da força muscular, flexibilidade e propriocepção (equilíbrio) e correção de posturas inadequadas. Podem ser necessários também ajustes do material esportivo (tipo de tênis, uso de palmilhas, etc) e melhor orientação quanto à rotina de treinos e exercícios preventivos.

Para agendar uma consulta, ligue: (11) 2165-2384 ou 96307-5857

Acesse também www.drandredonato.com.br

Para falar com o Dr. André Donato: dr.andredonato@gmail.com
Whatsapp: (011) 95027-1188
Obs: Não respondemos a pedidos de orçamentos de cirurgia por e-mail.

Publicado em Medicina Esportiva | Com a tag , , , , , , , , , , , , | Comentários desativados

Condropatia Patelar

A Condropatia Patelar, também conhecida como Condromalácia, é um mal que afeta os joelhos de milhares de pacientes, sejam estes praticantes de esportes ou não.
O problema consiste em alteração (desgaste ou fissuras) na cartilagem que reveste internamente a patela (ou rótula). Entre as causas mais frequentes, estão os desequilíbrios funcionais da musculatura que envolve e comanda o funcionamento do joelho. Outras causas como, uso frequente de sapatos de salto alto, prática de atividade físicas de alto impacto, sequela de traumatismos do joelho, doenças reumáticas, também desempenham papel importante no surgimento da Condropatia Patelar.
Sendo assim, não existe um único tipo de tratamento que possa ser aplicado a qualquer caso de Condropatia Patelar. O papel do médico ortopedista é identificar os possíveis fatores causadores do problema e atuar sobre eles.
Em geral, o tratamento inicial consiste em sessões de fisioterapia, uso de medicações analgésicas e/ou anti-inflamatórias e modificação (temporária ou definitiva) ou adaptação das atividades diárias e atividades físicas praticadas pelo paciente.
O importante é a conscientização a respeito da doença. As lesões de cartilagem, em geral, não possuem uma cura definitiva. Sendo assim, as atividades de fortalecimento preventivo e medidas para evitar a piora das lesões devem fazer parte da rotina dos pacientes.
O papel das medicações condroprotetoras (protetoras da cartilagem) como a Glicosamina e a Condroitina ainda é controverso. Mas, é fato que há pacientes que se beneficiam do uso destas, referindo melhora importante dos sintomas.
Para os casos de tratamento mais difícil, com sintomas intensos e recorrentes, as aplicações intra-articulares de Ácido Hialurônico são uma excelente opção para a maioria dos pacientes.

Para agendar uma consulta, ligue: (11) 2165-2384 ou 96307-5857

Acesse também www.drandredonato.com.br

Para falar com o Dr. André Donato: dr.andredonato@gmail.com
Whatsapp: (011) 95027-1188
Obs: Não respondemos a pedidos de orçamentos de cirurgia por e-mail.

Publicado em Ortopedia | Com a tag , , , , , , , , , , , , , , , | Comentários desativados

Epicondilite Lateral do Cotovelo

A epicondilite lateral, também conhecida como “tennis elbow” ou “cotovelo do tenista”, é a inflamação (com ou sem degeneração e/ou ruptura) que afeta a origem comum dos tendões extensores do antebraço, ao nível do cotovelo. Na prática, o quadro é de dor na região lateral do cotovelo que inicialmente é leve e presente somente aos esforços e que evolui com piora progressiva quando não tratada, sendo que nos casos mais graves, pode se manifestar mesmo ao repouso.
É muito comum entre os praticantes de tênis, particularmente entre os atletas amadores, que muitas vezes realizam gesto técnico incorreto, repetidas vezes, durante os treinamentos. Porém, a epicondilite não é problema exclusivo dos atletas. Pode acometer trabalhadores braçais, donas de casa ou pessoas que utilizam computadores e digitam com muita frequência. O quadro pode se tornar crônico e de difícil tratamento quando não abordado em tempo adequado.

O Tratamento

Inicialmente é necessário o repouso para as atividades com o braço doente (nos casos de dor muito intensa pode-se realizar um período de imobilização), o uso de medicação anti-inflamatória e o tratamento fisioterápico. A fisioterapia objetiva a melhora do processo inflamatório e redução da dor, seguido de um programa de alongamentos e fortalecimento da musculatura extensora do antebraço. A infiltração local com corticóide é controversa pois, apesar de mostrar bons resultados, enfrequece o tendão infiltrado, podendo ocasionar rupturas futuras. Atualmente um novo método de tratamento tem se mostrado promissor nos casos onde há falha do tratamento fisioterápico. Este método é a aplicação do ácido hialurônico diretamente sobre a lesão.

Quando todos os métodos descritos acima falharam, o tratamento cirúrgico provavelmente estará indicado.

Prevenção

A melhor forma de prevenção, principalmente nos atletas amadores, está no aperfeiçoamento dos fundamentos do esporte, com cuidado especial para o golpe de “backhand”, que gera a contração excêntrica dos extensores do punho. Outro fator importante na prevenção é o uso da raquete ideal, que deve ser mais maleável e com uma cabeça maior. A tensão aplicada às cordas da raquete não deve ser maior do que 60 libras pois, quanto maior a tensão, maior será a vibração transferida para o cotovelo,
levando à lesão do tendão do músculo extensor radial curto do carpo, responsável pela epicondilite lateral. Um outro detalhe importante para todos os esportes de raquete é a empunhadura (grip) adequada, pois existem tamanhos diferentes, e o atleta deve escolher o tamanho mais confortável para seu uso.

Vale lembrar que os “braces” (imobilizadores) podem ajudar na prevenção da epicondilite lateral mas, se o atleta não tiver uma técnica correta, o imobilizador pode mascarar os sintomas, agravando a lesão.

Para agendar uma consulta, ligue: (11) 2165-2384 ou 96307-5857

Acesse também www.drandredonato.com.br

Para falar com o Dr. André Donato: dr.andredonato@gmail.com
Obs: Não respondemos a pedidos de orçamentos de cirurgia por e-mail.

Publicado em Ortopedia | Com a tag , , , , , , , , , , | Comentários desativados

Tendinopatia do Calcâneo

A tendinopatia do tendão calcâneo (tendão de Aquiles) é uma doença bastante frequente no consultório do ortopedista especialista em pé e tornozelo. De forma geral, as tendinopatias do tendão calcâneo são divididas em dois grupos, as tendinopatias insercionais (na junção tendão-osso) e as tendinopatias do corpo do tendão.

Os sintomas são parecidos mas a região acometida é diferente. Na tendinopatia insercional, o paciente apresenta queixa de dor no calcanhar que, em muitos casos, vem acompanhada de um aumento de volume local que dificulta o uso de calçados fechados. Associado ao aumento de volume do tendão, pode surgir o chamado esporão insercional do Aquiles (ou entesófito insercional), uma calcificação que “cresce” dentro do tendão e faz com que o calcanhar aumente ainda mais de volume e se torne doloroso. Este tipo de tendinopatia é muito comum em atletas que praticam corrida. Hoje, com o crescimento do número de adeptos das corridas de rua, a queixa tem sido muito mais frequente nos consultórios ortopédicos.

Ressonância Magnética da Tendinopatia Insercional

O segundo tipo é a tendinopatia do corpo do tendão. Nestes casos, o paciente sente dor atrás do tornozelo, na porção final da panturrilha. A palpação do local revela um espessamento do tendão que pode ser bastante doloroso.

Ressonância Magnética da Tendinopatia não-Insercional do Aquiles

O tratamento inicial consiste na restrição para as atividades físicas que sobrecarregam o tendão ou, em alguns casos, um período inicial de imobilização, associado ao uso de medicação anti-inflamatória. A seguir, o paciente é encaminhado para um programa de fisioterapia que pode durar de semanas a meses.

Outras opções de tratamento podem ser as sessões de Terapia por Ondas de Choque (explicada aqui no meu blog em outro post) e a aplicação de Ácido de Hialurônico sobre o tendão doente.

Nos casos onde este tratamento não atinge o resultado satisfatório, o tratamento cirúrgico poderá ser indicado. Atualmente, existem diversas técnicas para a reconstrução do tendão doente (tenoplastias, desbridamentos e transposição de tendões).

Para agendar uma consulta, ligue: (11) 2165-2384 ou 96307-5857

Visite também meu website: www.drandredonato.com.br

Fale com o Dr. André Donato: dr.andredonato@gmail.com
Whatsapp: (011) 95027-1188
Obs: Não respondemos a pedidos de orçamentos de cirurgia por e-mail.

Publicado em Ortopedia | Com a tag , , , , , , , , , , , , , , , , , | Comentários desativados

Artrodese do Tornozelo

Decidi escrever este artigo depois de receber muitos e-mails de pacientes com indicação médica para realizar uma artrodese do tornozelo e bastante apreensivos quanto às possíveis consequências da perda completa dos movimentos no tornozelo. Antes de discutirmos a artrodese do tornozelo, suas indicações e consequências para a função do pé e do tornozelo, devemos definir o que é uma artrodese.

Artrodese é um tipo de cirurgia que indicada para tratamento da Osteoartrose (desgaste articular) grave e incapacitante. A cirurgia consiste em realizar uma fusão completa entre dois ou mais osso vizinhos e eliminar o movimento entre eles. Assim, a articulação doente deixa de existir e a dor, causada pelo seu movimento, desaparece. É um recurso bastante utilizado pelos cirurgiões de pé e tornozelo no tratamento do desgaste das pequenas articulações do pé e também do tornozelo.

A artrodese do tornozelo é uma cirurgia utilizada como último recurso de tratamento para as dores incapacitantes decorrentes do desgaste da articulação (Osteoartrose do tornozelo). Ela consiste em realizar a fusão completa entre o tálus (osso do pé) e a tíbia (osso da perna), eliminando assim os movimentos de flexão e extensão do tornozelo.

Rx do tornozelo com artrose

Raio-X do tornozelo após a artrodese

Então quais as consequências desta perda de movimento?

Isso vai depender de alguns fatores. As artrodeses isoladas do tornozelo, ou seja, que não envolvem outras articulações vizinhas, costumam ser bem menos incapacitantes do que o imaginado. Isso porque, parte da flexão e extensão é realizada pelo pé, e não somente pelo tornozelo. Assim, podemos dizer que, se as articulações do pé estiverem totalmente preservadas, o paciente ainda permanece com aproximadamente 30% da capacidade de movimentar o pé para cima e para baixo, o que permite um caminhar praticamente normal, dirigir veículos, entre outras atividades. Além disso, vale lembrar que a maioria dos pacientes que são candidatos à artrodese do tornozelo já não possuem movimentos normais, pois a dor e a rigidez articular são consequências da Osteoartrose.

Veja um video mostrando o movimento que é preservado após a artrodese isolada do tornozelo: https://www.youtube.com/watch?v=jZ70TqmjeX8

O tempo médio de recuperação após uma artrodese do tornozelo varia de 4 a 6 meses. O paciente permanece imobilizado, em geral< por período de 2 meses e a seguir, inicia sua reabilitação fisioterápica e readaptação do equilíbrio e modo de caminhar.

Assim, se você é um paciente que recebeu de algum ortopedista a indicação de uma artrodese do tornozelo, saiba que ela, muito provavelmente, vai melhorar a sua qualidade de vida, permitindo o retorno às atividades do dia a dia com menos dor e um caminhar melhor.

Fale com o Dr. André Donato: dr.andredonato@gmail.com

Para agendar uma consulta, ligue (11) 2165-2384 ou 96307-5857.
Whatsapp: (011) 95027-1188
Obs: Não respondemos a pedidos de orçamentos de cirurgia por e-mail.

Publicado em Ortopedia | Com a tag , , , , , , , , , , , | Comentários desativados

Dicas de Tratamento Caseiro Para Esporão do Calcanhar

Aqui vão algumas dicas de tratamento que se pode tentar em casa e que podem aliviar, e até mesmo curar os sintomas do esporão do calcanhar (Fascite Plantar):

1. Evite calçados duros ou sandálias “rasteirinhas”, principalmente se for fazer caminhadas longas ou permanecer longo período em pé.

2. Evite permanecer longos períodos em pé

3. Interrompa atividades físicas de impacto para os pés, como a corrida ou caminhadas (até os sintomas melhorarem)

4. Utilize bolsa de gelo na região dolorosa em períodos de 20 minutos, pelo menos uma vez ao dia.

5. Para as mulheres, elevar discretamente os saltos dos sapatos é uma medida que alivia a pressão nos calcanhares

6. Realize exercícios de alongamentos para a fáscia plantar e para a panturrilha

Alongamentos para Fascite Plantar

Tente essas medidas por pelo menos quinze dias. Se não houver melhora, procure um ortopedista especialista em pé e tornozelo.

Fale com o Dr. André Donato: dr.andredonato@gmail.com
Obs: Não respondemos a pedidos de orçamentos de cirurgia por e-mail.

Publicado em Ortopedia | Com a tag , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , | Comentários desativados

Calos nos dedos do pé

As calosidades que acometem os dedos dos pés podem ser problemas realmente incapacitantes para alguns pacientes. Os calos nos dedos, na maioria das vezes, são áreas de espessamento da pele que surgem como reação ao atrito que ocorre contra o calçado. Sendo assim, o tipo de calçado que se usa pode interferir diretamente no surgimento de deformidades nos dedos e calosidades. Isso explica o fato de que a maioria dos pacientes com queixas de calos dolorosos nos dedos são mulheres. O perfil do sapato feminino favorece ou contribui para o surgimento de deformidades nos dedos e calosidades.

Sapatos femininos comprimem os dedos

O tratamento, nos casos mais simples, pode ser feito apenas com adaptação dos tipos de calçados e visitas periódicas aos podólogos para a retirada do excesso de pele. Existem também no mercado, pequenos protetores de podem usados sobre as calosidade com o intuito de diminuir o atrito do local contra o calçado.

Protetor para calos

Protetor para calos

Nos casos mais graves, onde o dedo já possui deformidades acentuadas e rígidas, o ortopedista deve ser consultado pois, muito provavelmente, somente o tratamento cirúrgico resolverá o problema.

Dedos em garra com calos dolorosos

A correção cirúrgica vai depender de vários fatores (localização do calo, tipo de deformidade, doenças associadas, etc) que devem sem avaliados criteriosamente pelo ortopedista.

Um novo método menos invasivo tem se mostrado bastante eficaz na correção das deformidades dos dedos dos pés e suas calosidades: a cirurgia percutânea ou minimamente invasiva. É feita por meio de pequenos orifícios de 1 mm por ondes são introduzidos instrumentos especiais e realizada a correção. O paciente precisa usar curativos especiais com esparadrapo nos dedos por aproximadamente 30 dias e, durante este período, não poderá usar calçados fechados.

Para maiores esclarecimentos, consulte um ortopedista especialista em cirurgia do pé e tornozelo.

Consultório/ agendamento de consultas clique aqui: www.drandredonato.com.br

Para falar com Dr. André: dr.andredonato@gmail.com
Obs: Não respondemos a pedidos de orçamentos de cirurgia por e-mail.

Publicado em Ortopedia | Com a tag , , , , , , , , , | Comentários desativados